Eu estou no século XXI!!! Grito isso para mim mesma e para os outros. Dizem que já sabem, todos já sabem. É só olhar o calendário. Continuo gritando aos quatro, cinco, seis, e sete ventos. E perguntam-me o porque desses gritos escandalosos de euforia sem motivo nem razão, esse gritos que produzem palavras óbvias ou sem nexo algum. Me acalmo e respondo que é porque estou farta, não aguento mais conviver todos os dias com pessoas que não sabem viver no tal do século XXI. Coitado desse século, tão vulgarizado, menosprezado, e mal interpretado. Ninguém sabe quem é, de onde veio, porque está aqui. Afinal, como que se vive no século XXI? E pulo, e grito, e coloco uma melancia na cabeça. E por fim percebo que colocar uma melancia na cabeça não é a melhor forma de se chamar atenção no século XXI. Maldito século que me deixa confusa e perdida mas ao mesmo tempo é tão parecido comigo. Vou desabafar telespectadores dessa novela chamada vida que tem por base esse século aí: Dizem por todos os cantos que são maduros e desenvolvidos mentalmente. Fazem mal uso da própria língua e sofrem com o mesmo. Comentam ser tudo-de-bom. E sabe o que esses noveleiros de plantão são? Pessoas com bocas abertas e mentes fechadas, como diz um ditado popular, que por coincidência é usado pelas pessoas que se adequam perfeitamente á ele. Abominam sexo, abominam algo diferente do normal, abominam tatuagens e afins, abominam tudo que se permite ou não se permite ser abominável. Abominam até o famoso abominável homem das neves. Só não abominam á si mesmos, porém são abominados por aqueles que não se abominam. E essa confusão gera uma família gigante de pessoas hipócritas. Ou melhor, uma geração. E eu volto a gritar. Dessa vez grito que quero ser eu mesma por um dia. Ou por dois dias se o mundo permitir. Quero amar perigosamente, amar estilo século XXI, esse amores irresponsáveis e inconsequentes. Quero comer lanches com três hamburguers, e queijo cheddar transbordando pelos lados. Quero contar todos os meus podres para as pessoas sem ser difamada por isso. Quero que pornografia seja livre ao público sem pessoas medíocres dando sermão como se fosse errado ver isso. Quero uma vida como um livro aberto exposto as pessoas numa biblioteca pública. E quero que se fodam essas meninas regredidas que acham que vão ser virgens até depois do casamento e que vieram da cegonha. E essas meninas loucas para emagrecer sendo que são mais magras que uma tábua. E quero que se foda qualquer tipo de pessoa com uma mente do tamanho de uma bolinha de gude. Sabe o que eu realmente quero? Pessoas que se adequem ao século XXI. Porque quer saber? Eu gosto desse século. 
Isabella Miranda, s-ucked.

Eu estou no século XXI!!! Grito isso para mim mesma e para os outros. Dizem que já sabem, todos já sabem. É só olhar o calendário. Continuo gritando aos quatro, cinco, seis, e sete ventos. E perguntam-me o porque desses gritos escandalosos de euforia sem motivo nem razão, esse gritos que produzem palavras óbvias ou sem nexo algum. Me acalmo e respondo que é porque estou farta, não aguento mais conviver todos os dias com pessoas que não sabem viver no tal do século XXI. Coitado desse século, tão vulgarizado, menosprezado, e mal interpretado. Ninguém sabe quem é, de onde veio, porque está aqui. Afinal, como que se vive no século XXI? E pulo, e grito, e coloco uma melancia na cabeça. E por fim percebo que colocar uma melancia na cabeça não é a melhor forma de se chamar atenção no século XXI. Maldito século que me deixa confusa e perdida mas ao mesmo tempo é tão parecido comigo. Vou desabafar telespectadores dessa novela chamada vida que tem por base esse século aí: Dizem por todos os cantos que são maduros e desenvolvidos mentalmente. Fazem mal uso da própria língua e sofrem com o mesmo. Comentam ser tudo-de-bom. E sabe o que esses noveleiros de plantão são? Pessoas com bocas abertas e mentes fechadas, como diz um ditado popular, que por coincidência é usado pelas pessoas que se adequam perfeitamente á ele. Abominam sexo, abominam algo diferente do normal, abominam tatuagens e afins, abominam tudo que se permite ou não se permite ser abominável. Abominam até o famoso abominável homem das neves. Só não abominam á si mesmos, porém são abominados por aqueles que não se abominam. E essa confusão gera uma família gigante de pessoas hipócritas. Ou melhor, uma geração. E eu volto a gritar. Dessa vez grito que quero ser eu mesma por um dia. Ou por dois dias se o mundo permitir. Quero amar perigosamente, amar estilo século XXI, esse amores irresponsáveis e inconsequentes. Quero comer lanches com três hamburguers, e queijo cheddar transbordando pelos lados. Quero contar todos os meus podres para as pessoas sem ser difamada por isso. Quero que pornografia seja livre ao público sem pessoas medíocres dando sermão como se fosse errado ver isso. Quero uma vida como um livro aberto exposto as pessoas numa biblioteca pública. E quero que se fodam essas meninas regredidas que acham que vão ser virgens até depois do casamento e que vieram da cegonha. E essas meninas loucas para emagrecer sendo que são mais magras que uma tábua. E quero que se foda qualquer tipo de pessoa com uma mente do tamanho de uma bolinha de gude. Sabe o que eu realmente quero? Pessoas que se adequem ao século XXI. Porque quer saber? Eu gosto desse século. 

Isabella Miranda, s-ucked.


Cheguei ao meu limite! Chega de bancar a tola, a fraca, a idiota, a burra e a inconsequente. Meus olhos se abriram para a realidade - antes tarde do que nunca, não é mesmo. Estou podendo enxergar a verdadeira vida, e a tão mesquinha moça que outra era. E agora que eu cresci, o tempo me requereu mudanças - entrei em um novo estágio da minha vida, estágio aquele de uma moça conturbada e extremamente amarga. Aquela ingenuidade não faz mais parte de mim. E nunca mais me darei ao luxo de tentar lutar por um amor que não é reciproco, por alguém que não dá a mínima para os meus sentimentos. Dei um basta nisto tudo! Tenho que me valorizar, e parar de me entregar inteiramente aos braços de meros ladrões de corações. Minha autoestima subirá, e ficará nas alturas – assim como deve ser. Porque eu cansei de me humilhar, e de principalmente sempre colocar o meu ego para baixo, me bem dizendo que não sou capaz, ou que sou fraca de mais. Lá no fundo eu sei que sou linda, poderosa e avassaladora – só tenho que colocar isso tudo em prática. Passei de moça para mulher – mas ainda o termo moça me persegue e parece combinar mais comigo mesma. Porém tenho que me acostumar com esta tal história de agora ter se tornado independente. Dona do meu próprio nariz. Posso ate estar morando ainda na mesma velha casa de sempre com meus pais, mas não sou mais a mesma, eu sinto que mudei – me tornei responsável dos meus próprios atos. Mas como eu disse mesmo? Responsável? – risos – nunca pensei que fosse ter responsabilidade e que tomaria juízo na vida, pois bem chegou a hora. Chegou a hora de fazer alguma coisa que preste nesta minha vida inútil, de construir um futuro brilhante e repleto de vitórias. Isso mesmo eu acabei de desabrochar para o mundo, acabei de tomar consciência nessa minha cabecinha que antes era oca. E eu acho que estou pronta -  não, eu tenho certeza disso. Certeza que o meu otimismo não irá decair ao rumo do pessimismo, pois se cair, ah dai eu estarei perdida mesmo. - Julia Klasener, cacadorade-palavras.

Cheguei ao meu limite! Chega de bancar a tola, a fraca, a idiota, a burra e a inconsequente. Meus olhos se abriram para a realidade - antes tarde do que nunca, não é mesmo. Estou podendo enxergar a verdadeira vida, e a tão mesquinha moça que outra era. E agora que eu cresci, o tempo me requereu mudanças - entrei em um novo estágio da minha vida, estágio aquele de uma moça conturbada e extremamente amarga. Aquela ingenuidade não faz mais parte de mim. E nunca mais me darei ao luxo de tentar lutar por um amor que não é reciproco, por alguém que não dá a mínima para os meus sentimentos. Dei um basta nisto tudo! Tenho que me valorizar, e parar de me entregar inteiramente aos braços de meros ladrões de corações. Minha autoestima subirá, e ficará nas alturas – assim como deve ser. Porque eu cansei de me humilhar, e de principalmente sempre colocar o meu ego para baixo, me bem dizendo que não sou capaz, ou que sou fraca de mais. Lá no fundo eu sei que sou linda, poderosa e avassaladora – só tenho que colocar isso tudo em prática. Passei de moça para mulher – mas ainda o termo moça me persegue e parece combinar mais comigo mesma. Porém tenho que me acostumar com esta tal história de agora ter se tornado independente. Dona do meu próprio nariz. Posso ate estar morando ainda na mesma velha casa de sempre com meus pais, mas não sou mais a mesma, eu sinto que mudei – me tornei responsável dos meus próprios atos. Mas como eu disse mesmo? Responsável? – risos – nunca pensei que fosse ter responsabilidade e que tomaria juízo na vida, pois bem chegou a hora. Chegou a hora de fazer alguma coisa que preste nesta minha vida inútil, de construir um futuro brilhante e repleto de vitórias. Isso mesmo eu acabei de desabrochar para o mundo, acabei de tomar consciência nessa minha cabecinha que antes era oca. E eu acho que estou pronta -  não, eu tenho certeza disso. Certeza que o meu otimismo não irá decair ao rumo do pessimismo, pois se cair, ah dai eu estarei perdida mesmo. - Julia Klasener, cacadorade-palavras.

pluslourdqueleciel:

Eu sinto tanto a tua falta… Falta do teu cheiro, da tua risada ecoando pelo quarto, da gente brincando e rolando pela cama, de você pegando as coisas pra mim, de dividir toalha contigo, de andar de mãos dadas na rua, de ver o sorriso lindo que fica no seu rosto sempre que você olha pro mar, da gente brincando na chuva, na praia, correndo pela casa. Tô sentindo falta de quando você olha pro nada e fica perdida nos seus pensamentos, do jeito como olha o “you should be here” na minha parede e até do jeito como fala do Robert quando olha pro meu quadro. Tô com vontade de andar o deck inteiro contigo, só pra te levar na outra praia e ver você escorregando na areia e dando aqueles gritos lindos toda vez que acha uma concha inteira. Tô te querendo aqui de novo, querendo acordar e ver o seu rosto, sentir o seu corpo do meu lado e fica agarradinha com você. Eu tô te precisando aqui comigo… Essa casa tá vazia demais sem você, tá sem graça. Tá faltando uma parte de mim aqui também… Acho que é o meu coração que eu deixei  contigo. :(

pluslourdqueleciel:

Eu sinto tanto a tua falta… Falta do teu cheiro, da tua risada ecoando pelo quarto, da gente brincando e rolando pela cama, de você pegando as coisas pra mim, de dividir toalha contigo, de andar de mãos dadas na rua, de ver o sorriso lindo que fica no seu rosto sempre que você olha pro mar, da gente brincando na chuva, na praia, correndo pela casa. Tô sentindo falta de quando você olha pro nada e fica perdida nos seus pensamentos, do jeito como olha o “you should be here” na minha parede e até do jeito como fala do Robert quando olha pro meu quadro. Tô com vontade de andar o deck inteiro contigo, só pra te levar na outra praia e ver você escorregando na areia e dando aqueles gritos lindos toda vez que acha uma concha inteira. Tô te querendo aqui de novo, querendo acordar e ver o seu rosto, sentir o seu corpo do meu lado e fica agarradinha com você. Eu tô te precisando aqui comigo… Essa casa tá vazia demais sem você, tá sem graça. Tá faltando uma parte de mim aqui também… Acho que é o meu coração que eu deixei  contigo. :(